Delatores vivem com luxo 5 anos após a Lava Jato

As vidas de Sérgio Machado e Delcídio do Amaral após suas delações.
O procurador Deltan Dallagnol, coordenador da Operação Lava Jato, que em cinco anos acusou mais de 500 pessoas por envolvimento em corrupção e lavagem de dinheiro, entre outros crimes. Foto: Paulo Lisboa / Brazil Photo Press
Tube News, via Revista Época
07/03/2019  16h33m
Bilhões recuperados e condenações que somam mais de 2 mil anos conseguidas pela Lava Jato ofuscam a vida tranquila de delatores da operação que forneceram informações de valor restrito.

Tudo começou a partir da apuração sobre o uso de um posto de gasolina de Brasília para lavar dinheiro de doleiros que abasteciam as contas de partidos e políticos. De lá para cá, mais de 500 pessoas já foram acusadas, houve mais de 130 denúncias criminais e cerca de 50 sentenças. Somadas, as penas alcançam mais de 2.200 anos de prisão.

Entre os prisioneiros estão um ex-presidente da República, um ex-governador do Rio de Janeiro e um ex-presidente da Câmara dos Deputados. Somente em Curitiba, a sede da primeira operação, foram 1.200 mandados de busca e apreensão cumpridos em 60 fases, com 155 pedidos de prisão preventiva atendidos pelo Judiciário. Isso sem contar as operações em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo.

O dinheiro recuperado quase chega à cifra de R$ 14 bilhões. O sucesso da força-tarefa foi tão grande que catapultou o juiz Sergio Moro ao posto de atual ministro da Justiça.

Leia completo na Época.

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