Reunião de Trump e Kim será realizada em hotel de luxo em ilha de Singapura - Tube News

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05 junho 2018

Reunião de Trump e Kim será realizada em hotel de luxo em ilha de Singapura

Sentosa é uma ilha famosa por suas praias turísticas e seus campos de golfe espetaculares. Líderes de Coreia do Norte e EUA se encontrarão na próxima semana.
Hotel capella em Singapura (Foto: Capella Singapore/via Reuters)
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A cúpula entre o presidente americano, Donald Trump, e o líder norte-coreano, Kim Jong-un, acontecerá no Hotel Capella, na ilha de Sentosa, um local turístico em Singapura, anunciou a Casa Branca nesta terça-feira (5).

"O local para a cúpula entre @POTUS e o líder norte-coreano Kim Jong-un será o hotel Capella, na ilha de Sentosa. Agradecemos a nossos anfitriões singapurianos por sua hospitalidade", disse a porta-voz de Trump, Sarah Sanders.

O encontro, que ocorrerá em 12 de junho, será o primeiro entre líderes de ambas as nações e se focará no programa nuclear norte-coreano.

Sentosa é uma ilha famosa por suas praias turísticas e seus campos de golfe espetaculares.

O Capella é um luxuoso hotel que fica distante dos centros mais povoados, e, por isso, garantir a segurança lá será mais simples.
Suítes do hotel que receberá cúpula Trump-Kim têm vista para o Mar do Sul da China (Foto: Reprodução/Twitter/CapellaSIN)

Vista para o mar
Ele abriu em 2009 e foi projetado pelo arquiteto britânico Norman Foster. Suas salas de reuniões têm janelas do chão ao teto com vista para o Mar do Sul da China.

“Uma das principais características da experiência da #TrueCapella são nossos assistentes pessoais, que oferecem dicas privilegiadas, serviço personalizado e uma experiência sob medida do início ao fim”, informa o hotel em sua conta de Twitter.

O Capella nunca recebeu reuniões políticas de alto nível como esta de agora, ao contrário do Shangri-La Hotel, antes tido como o local provável para o encontro de Trump e Kim, pois já havia hospedado os ex-presidentes americanos George H.W. Bush e Barack Obama.
Hotel Capella, onde Trump e Kim se reunirão (Foto: Capella Singapore/via Reuters)

'Pressão máxima'
A Casa Branca ressaltou também nesta segunda-feira (5) que sua política de duras sanções sobre a Coreia do Norte não mudou, dias após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, dizer que não queria mais usar o termo "pressão máxima" para descrever a campanha para pressionar a Coreia do Norte a abrir mão de suas armas nucleares.

Depois de se reunir com uma autoridade sênior de Pyongyang na Casa Branca na sexta-feira, Trump disse que a Coreia do Norte está sendo mais cooperativa e que, embora sanções continuem em vigor, ele evitará impor novas medidas.

Trump disse que não queria mais usar o termo "pressão máxima", porque ambos os lados estão "se dando bem".

Questionada se a campanha de pressão máxima dos EUA contra a Coreia do Norte continuaria, a porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders disse: "Nós temos sanções em vigor, elas são muito poderosas e não tiraríamos essas sanções a menos que a Coreia do Norte se desnuclearizasse".

O governo Trump acredita que sua campanha "pressão máxima", apoiada pela Organização das Nações Unidas e outras potências mundiais, tem ajudado a levar a Coreia do Norte à mesa para negociar sobre suas armas nucleares.

Sanders disse que as preparações para a reunião de cúpula entre Trump e o líder norte-coreano, Kim Jong-un, estão indo bem, e os dois têm encontro agendado para as 9h (no horário de Cingapura) em 12 de junho, 22h de 11 de junho pelo horário de Brasília.

O anúncio do horário da primeira reunião entre os dois líderes ocorreu apenas três dias depois de Trump receber uma delegação de autoridades norte-coreanas na Casa Branca que traziam uma carta de Kim. Trump, que havia cancelado o encontro, anunciou abruptamente que a reunião estava de pé novamente.

Questionada sobre o conteúdo da carta de Kim, Sanders não quis "entrar nas especificidades da carta", mas acrescentou que "nós sentimos que as coisas continuam a caminhar e tem sido feito bom progresso".

"Eu posso lhes dizer que o presidente tem recebido briefings diários sobre a Coreia do Norte de sua equipe de segurança nacional", acrescentou ela.

Os principais senadores democratas disseram a Trump nesta segunda-feira para não fazer um acordo que deixe a Coreia do Norte com armas nucleares e ameaçaram manter ou endurecer sanções sobre Pyongyang caso essa condição não seja atendida.

Por G1
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