A Polícia Civil havia informado que a mãe não tinha participação no crime e não era investigada; Juliana Pereira Sales Alves foi presa em Teófilo Otoni por homicídio qualificado. Pastor, marido dela, está preso temporariamente desde o dia 28 de abril.
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| Irmãos morreram carbonizados em incêndio em Linhares, ES (Foto: Reprodução/ TV Gazeta) |
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O mandado de prisão por homicídio qualificado contra Juliana Pereira Sales Alves foi expedido pela Justiça de Linhares na segunda-feira (18). No dia do incêndio, a mãe disse que estava em um congresso em Minas Gerais com o filho mais novo do casal.
De acordo com a polícia, Juliana estava escondida na casa de um pastor que é advogado da família. No momento da prisão, ela estava com o filho de 1 ano e um mês. A criança foi encaminhada para o Conselho Tutelar. Juliana está na delegacia de Teófilo Otoni e deve ser levada para o presídio da cidade. Ainda segundo a polícia, ela deve ser transferida para Linhares até o fim da tarde desta quarta. A advogada da pastora, Milena Freire, não quis comentar o caso.
O crime aconteceu no dia 21 de abril. Inicialmente, o pastor George Alves disse que as crianças morreram em um incêndio que atingiu apenas o quarto onde as vítimas dormiam. Mas, segundo a polícia, a versão dele não estava de acordo com os fatos apurados durante as investigações. A Polícia Civil concluiu que o pastor George Alves matou o próprio filho, Joaquim Alves Salles de 3 anos, e o enteado Kauã Salles Butkovsky de 6 anos.
De acordo com as investigações, as crianças foram estupradas, agredidas e queimadas vivas.
Por G1 Vales de Minas

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