MUTIRÃO FAZ LIMPEZA DE LIXO EM PRAIA DE HONG KONG - Tube News

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27 maio 2018

MUTIRÃO FAZ LIMPEZA DE LIXO EM PRAIA DE HONG KONG

Os ambientalistas alertam que o plástico está matando as tartarugas-marinhas e a fauna da região conhecida como 'Cova das Tartarugas'.
Mais de 2 mil voluntários participam de mutirão de limpeza em ilha de Hong Kong (Foto: Anthony WALLACE / AFP)

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Mais de dois mil voluntários foram, neste domingo (27), a uma praia de uma ilha de Hong Kong para participar de um mutirão de limpeza.

A atividade de coleta de lixo aconteceu em Shek Pai Wan, perto de Sham Wan - conhecida como "Cova das Tartarugas", na ilha de Lamma.

Os ambientalistas alertam que o plástico está matando as tartarugas-marinhas e a fauna da região.

O lixo nas águas de Hong Kong, que se acumula em suas inúmeras praias, preocupa cada vez mais as autoridades e os ecologistas, que asseguram que provém do sul da China continental.
Por France Presse



Centenas de pessoas marcham em Hong Kong para lembrar repressão em Tiananmen
Manifestantes carregam caixão em marcha de centenas de pessoas em Hong Kong em 29º aniversário da repressão das autoridades chinesas contra manifestantes pró-democracia na praça de Tiananmen, em Pequim (Foto: AP Photo/Vincent Yu)

Centenas de pessoas marcharam neste domingo (27) em Hong Kong, antes do 29º aniversário da repressão das autoridades chinesas contra manifestantes pró-democracia na praça de Tiananmen, em Pequim.

A região semiautônoma de Hong Kong é o único lugar no território chinês, onde, a cada ano, recorda-se o aniversário do massacre com uma vigília popular no Victoria Park, em 4 de junho. O desfile sempre acontece dias antes do evento.

Durante o ato, organizado por um grupo de veteranos ativistas pró-democracia, os manifestantes pediram justiça para as vítimas de Tiananmen e reivindicaram do governo que liberte Liu Xia, a viúva do Prêmio Nobel da Paz Liu Xiaobo. Ela continua em prisão domiciliar desde a morte de seu marido no ano passado.

Os participantes da marcha gritaram palavras de ordem como "Responsabilidade pelo massacre!", ou "Chorem o 4 de junho, resistam ao autoritarismo", enquanto caminhavam do distrito financeiro de Wan Chai até a sede da delegação do governo chinês na cidade.

A inabilitação de deputados pró-democracia no Parlamento e o veto a que alguns ativistas se apresentem a cargos públicos gerou preocupação em relação a um crescente controle de Pequim sobre as apreciadas liberdades em Hong Kong.

Centenas de pessoas - mais de mil, segundo algumas fontes - morreram na praça de Tiananmen, em 4 de junho de 1989, quando o Partido Comunista chinês enviou tanques para dissolver um protesto liderado por estudantes para pedir reformas democráticas.

Por France Presse
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