GLOBO REPÓRTER FALA SOBRE A COREIA DO SUL - 16/03/2018 - Tube News

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18 março 2018

GLOBO REPÓRTER FALA SOBRE A COREIA DO SUL - 16/03/2018

A TV Globo apresentou uma excelente reportagem sobre as belezas e culturas da Coreia do Sul. De culinária á indústria do K-Pop.

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Tradição da cerâmica na Coreia do Sul é arte aperfeiçoada por gerações
Está nas mãos do mestre. É ele que dá forma e beleza a uma das tradições mais antigas do país: a cerâmica coreana. Uma técnica passada de pai pra filho. O momento da criação é tão bonito quanto as peças em si. A cerâmica mais especial tem a cor esverdeada. Essa mágica acontece quando as peças vão para o forno. A cerâmica da Coreia tem uma história de mais de mil anos.


Está nas mãos do mestre. É ele que dá forma e beleza a uma das tradições mais antigas do país: a cerâmica coreana. Uma técnica passada de pai pra filho. O momento da criação é tão bonito quanto as peças em si. A cerâmica mais especial tem a cor esverdeada. Essa mágica acontece quando as peças vão para o forno. A cerâmica da Coreia tem uma história de mais de mil anos.

O Taekwondo é símbolo cultural da Coreia do Sul
O Globo Repórter visita um templo diferente. É o solo sagrado do Taekwondo. Um símbolo da Coreia do Sul. Mais do que isso: é um estilo de vida.

Perseverança. Integridade. Cortesia. Autodomínio. Espírito indomável. Com base nesses 5 princípios a Coreia criou o Taekwondo. E ali, no meio do país, ergueu um centro de treinamento, pra mostrar que o que parece uma luta é acima de tudo uma arte. O Taekwondo foi declarado esporte olímpico em 1988, mas somente no ano 2000, em Sydney, na Austrália, começaram a competir por medalhas. A técnica é muito apurada, mas eles garantem que qualquer pessoa pode aprender.

Desde os primórdios, essa luta e seus códigos de comportamento deram sentido à vida dos jovens. E até hoje inspiram as novas gerações. Em 2017, o campeonato mundial de Taekwondo foi na Coreia do Sul. E o Brasil estava lá. A luta tem o papel de promover a Coreia no mundo. O Taekwondo é um símbolo da Coreia e é um elemento cultural muito importante.

Indústria do K-Pop movimenta R$ 16 bilhões por ano na Coreia do Sul
Depois de ser devastado pela guerra, como pode ter se fortalecido tanto em tão pouco tempo? Estradas bem cuidadas, floridas, transporte público de qualidade, tecnologia de ponta, cidades limpas. Que caminho esse país seguiu para crescer tão rápido? Os coreanos dizem que o grande investimento que se fez ali foi em educação. Nem tudo é perfeito, mas faz parte da cultura coreana enfrentar os problemas investindo na qualificação das pessoas.

Mas a competição e a pressão por bons resultados já viraram problemas de saúde na Coreia do Sul. Difícil pra nós, brasileiros, imaginarmos que educação de qualidade também pode trazer problemas.

O K-Pop é a música popular coreana. Na Coreia do Sul, ser um astro do K-Pop é o máximo. O Globo Repórter conhece o grupo NCT 127, que faz muito sucesso no país. Eles dizem que o empenho com a carreira é muito parecido com o dos estudos. Eles se dedicam e se esforçam muito, assim como nos tempos da escola. A cobrança por resultados é alta. O ritmo de trabalho, alucinante. São muitos grupos, muitos produtos. O prédio onde eles gravam é como um templo. Uma fábrica de produção de artistas em série. Todos são muito jovens. É uma indústria que movimenta R$ 16 bilhões por ano.

Ginseng da montanha pode chegar a valer R$ 1 mil na Coreia do Sul
Hoje em dia a produção agrícola mecanizada da Coreia do Sul garante o arroz de todos os dias. É a base da alimentação no país. Na beira do mar, as plantações são ainda mais impressionantes. Por toda a Coreia do Sul a equipe do Globo Repórter encontrou plantações de arroz.

Mas também há muitas plantações de chá verde. O guia do Globo Repórter toma chá verde todos os dias. Diz que é isso que mantém o peso ideal, retira as toxinas do corpo e previne doenças do coração e até o câncer. O chá perfeito é preparado conforme manda a tradição.

E tem uma outra preciosidade bem lá no alto. É o ginseng da montanha. A busca do ginseng é como procurar agulha no palheiro. A raiz é muito preciosa. Cada plantinha pode chegar a valer R$ 1 mil. E a busca do ginseng inclui um ritual de agradecimento. O senhor Kim masca ginseng assim que acorda. Só duas horas depois ele faz a primeira refeição do dia. Ele diz que serve para equilibrar a saúde do corpo. É bom para quem tem diabetes, pressão alta. Funciona como um estimulante. O ginseng da montanha é o mais valioso, mas existem outras variedades. Seja onde for, essa plantinha frágil cresce cercada de cuidados.

'Sereias coreanas' garantem no fundo do mar o sustento de suas famílias
A ilha de Jeju é um ponto no meio do oceano que os coreanos têm orgulho de mostrar. É um presente dos vulcões. Uma sequência de explosões criou um cartão postal. As mulheres do mar, as haenyeo, dependem da natureza instável de Jeju para viver.

Elas mergulham sem equipamentos e chegam a ficar quase três minutos sem respirar. Quando tomam fôlego, emitem um som. Elas vão até o fundo e voltam várias vezes durante até 5 horas direto, buscando frutos do mar. Enfrentam a correnteza e o movimento das águas. São elas que garantem o sustento de suas famílias. Uma vida de muitos sacrifícios.

As chamadas ‘sereias coreanas’ que ainda resistem nesta profissão são mães, avós, que trazem no rosto as marcas do tempo e a sabedoria do mar. Na vila, algumas haenyeos tem mais de 80 anos. E elas também vão para a cozinha. Em um pequeno restaurante, são elas que fazem tudo. Enfrentar os desafios do mar faz parte da vida e das lembranças de muitos coreanos. Longe da ilha de Jeju, muitos aposentados.


Por Globo Repórter, TV Globo e G1
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