ATENTADO TERRORISTA DE SETEMBRO DE 2001 FOI 'ILUSÃO', DIZ PESQUISADOR AMERICANO - Tube News

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16 abril 2017

ATENTADO TERRORISTA DE SETEMBRO DE 2001 FOI 'ILUSÃO', DIZ PESQUISADOR AMERICANO

Segundo James Fetzer, atentados foram encenação para enganar o povo. Holograma e falsificação de vídeos teriam forjado imagens de aviões.




As imagens mais icônicas da última década não passam de uma fraude. “Tudo foi uma grande encenação para enganar o povo americano”, defende James Fetzer. Fundador do grupo Scholars For 9/11 Truth, ele tem certeza de que os vídeos e fotos que mostram aviões penetrando as torres gêmeas do World Trade Center em 11 de setembro de 2001 são forjadas.

Fetzer lidera um grupo que enxerga a digital do próprio governo americano no ataque que vitimou quase 3 mil pessoas. Para essas pessoas, nenhum avião foi sequestrado e nenhum avião se chocou contra prédios há dez anos nos EUA.

As cenas que paralisaram o mundo em 2001 teriam sido concebidas com tecnologias de falsificação de vídeo e hologramas de última geração, criando um atentado de mentira com o poder de fazer as pessoas acreditarem ter visto os choques dos aviões. "Isso nunca aconteceu", afirma Fetzer.

Teorias da conspiração sobre o 11 de Setembro existem às centenas e surgiram de forma quase simultânea aos atentados. A internet abriga milhares de páginas que recorrem até à física para tentar comprovar que o Pentágono (outro alvo do ataque terrorista há dez anos) jamais foi alvo de um avião, e que o voo 93 - cujo provável destino final era a Casa Branca - foi abatido por caças americanos, e não derrubado numa planície distante da residência oficial do presidente após um ato heroico dos passageiros.

Em entrevista que será exibida no domingo (11) pelo National Geographic Channel, o então mandatário americano, George W. Bush, reafirma que autorizou a derrubada do quarto avião envolvido na mais espetacular ação terrorista da história, mas que a aeronave perdeu o controle e se espatifou no solo sem que um tiro fosse disparado.

Mentira elaborada
Mas nenhuma teoria conspiratória chega perto da tese defendida por Fetzer, que nega o que registros em vídeo e foto nos escancaram. “O único avião que vimos na TV foi o UA 175, que bateu na torre sul. O vídeo já foi profundamente estudado e foi possível ver que ele voava a uma velocidade impossível de ser atingida por aquele tipo de avião”, disse. “Trata-se de uma mentira muito bem elaborada, que foi usada para convencer as pessoas de que aquilo tudo era real, quando está bem claro que até aquele vídeo foi falsificado de alguma forma.”





Segundo ele, o governo dos EUA coordenou explosões no subsolo dos torres gêmeas simultaneamente à ilusão de um avião se chocando com o prédio. "Seria muito difícil para um piloto, viajando a altas velocidades, acertar os prédios. Pilotos tentaram replicar o ataque em simuladores, e não conseguiram acertar as torres. Eles [o governo dos EUA] provavelmente não conseguiriam atingir os prédios com aviões reais, e tiveram que falsificar”, disse Fetzer.




Para ele, é difícil explicar exatamente como isso foi feito. “O governo pode ter usado até hologramas para parecer que o avião bateu lá. Há tecnologia muito sofisticada de holograma de que o público não tem consciência. É provavelmente como eles fizeram, usando hologramas, composições de vídeo ou algum tipo de imagem geradas por computador. De qualquer forma, o prédio estava cheio de explosivos e foi derrubado de cima para baixo”, argumenta.

Fetzer rejeita todas as explicações oficiais do relatório da Comissão oficial que investigou os atentados, e diz que ele faz parte do engodo. Por mais que centenas de pessoas tenham se envolvido no estudo do caso, ele diz que o relatório serviu apenas para reforçar o “mito” criado pelo governo.




“Os ataques foram falsos, tudo ensaiado. Foi uma operação psicológica para deixar o povo americano com medo e fazê-lo apoiar a política externa do governo, que queria iniciar guerras”, disse Fetzer. “O governo nunca conseguiu provar que os seqüestradores estavam a bordo dos aviões. As ligações que foram feitas dos aviões foram todas falsas. Nenhum dos envelopes com dados dos vôos, que precisam ser liberados antes de o avião partir, foram revelados. Cada avião tem milhões de partes identificáveis, mas o governo não conseguiu mostrar nenhuma. Os dados de registro dos quatro aviões continuaram válidos até 2002 e mesmo 2005, dando a entender que as aeronaves continuavam voando”, disse.

Conspiração e ciência
Fetzer é um nome conhecido entre os que estudam teorias da conspiração. Ele é referência para os que acreditam que tudo é uma encenação do governo e é um nome sem credibilidade para os adeptos das versões oficiais.

Apaixonado pelo tema, cita dados, nomes e testemunhas para dar maior força à sua tese, ignorando completamente qualquer argumento fundamentado que vá de encontro a ela.




Professor de filosofia da universidade de Minnesota, ele usa argumentos “lógicos” e “científicos” para negar a versão oficial e “comprovar” a sua. Antes de focar sua atenção no 11 de Setembro, Fetzer já havia empregado métodos de pesquisa e apresentado teorias de conspiração para explicar o assassinato do presidente americano John Fitzgerald Kennedy, ocorrido em 1963 - o acusado de crime e outras testemunhas-chave também foram mortos posteriomente em circunstâncias jamais explicadas.

Fetzer liga os pontos e detecta relação direta entre os dois acontecimentos tão marcantes na história da maior potência mundial. "O princípio básico é que um governo que está disposto a matar 3 mil cidadãos em explosões pode facilmente matar uns pouco mais para se livrar de testemunhas”, disse.


11 de Setembro foi uma Farsa - Afirmam Cientistas

Muito já se falou sobre o suposto ataque terrorista às Torres Gêmeas do World Trade Center, no 11 de Setembro. Surgiram teorias, surgiram especialistas, surgiram muitas questões... Mas quando um investigador cientista encontra explosivos Nano Thermite em destroços do World Trade Center cai por terra a ideia de um ataque terrorista ou, pelo menos, a versão oficial começa a feder e muito.

"A ganância do ser humano não tem limites."

Uma equipe de oito pesquisadores liderados pelo professor Niels Harrit da Universidade de Copenhaguem (Dinamarca), comprovaram a existência de explosivos altamente tecnológicos em amostra dos escombros das torres gêmeas e do prédio 7.

Essa pesquisa vem confirmar um trabalho semelhante previamente executado pelo professor Steven Jones nos Estados Unidos. Outras matérias que vêm de encontro a esse achado são as da equipa de Arquitectos para o 9/11.




Com esse achado explica-se a queda livre dos prédios num processo de demolição implosiva controlada. Os aviões não poderiam derrubar as torres gémeas devido a temperatura do combustível não ser suficiente para derreter aço. O impacto também não pode ter afectado a estrutura no nível afirmado pelo governo americano, uma vez que o prédio foi desenhado para suportar aviões daquele tamanho. Ferro derretido na base dos prédios ficou vivo por várias semanas.

E por três meses fotos infravermelhas de satélites mostraram bolsões de alto calor nas três torres. Larry Silverstein comprou o leasing do WTC entre 2000 e 2001, dois meses antes do “ataque” ele segurou os prédios em dois bilhões de dólares contra ataque terrorista, algo como todos sabemos um tanto incomum. O ataque 9/11 serviu para:

1. Criar ódio contra os árabes e fomentar as guerras americanas na saga pelo petróleo e a hegemonia Israelense no Médio Oriente.

2. Desaparecer com 1,5 trilhões de dólares a fundo perdido das contas do Pentágono (Rumsfeld declarou um dia antes).

3. Documentos provas contra a Enron que desapareceram na queda do predio 7.

4. Auto-pagar os empreiteiros, talvez via Larry Silverstein e a fortuna que ele arrecadou de seguro. Existem evidências que agentes do Mossad (serviço israelense) foram capturados no dia carregando explosivos. Todos foram libertados pelo FBI. (esta informação precisa ser confirmada).




Teoria da Conspiração: O ataque às Torres Gêmeas foi uma farsa?

Nos EUA, 70 milhões duvidam que a Al Qaeda foi responsável pelos atentados de 11 de setembro. E eles têm motivos para duvidar...

Segundo arquitetos e engenheiros, as construções de aço do WTC foram desenhadas para resistir a adversidades extremas, inclusive a colisão de Boeings. Mesmo se não aguentassem, deveriam tombar – e não cair em linha reta, quase em queda livre, com uma velocidade impressionante e quase nenhuma resistência. Para especialistas, esse colapso simétrico indicaria demolição controlada. Nos destroços, foram encontradas altas quantidades de enxofre – um possível resquício de termita, composto incendiário de nitrato de bário e enxofre também usado em demolições

A terceira vítima
Não foram só dois edifícios que caíram naquele 11 de setembro de 2001. O chamado “prédio 7”, de 47 andares, também ruiu, supostamente abalado por destroços. Mas ele desmoronou simétrica e verticalmente em sete segundos… mais de sete horas depois do colapso das Torres Gêmeas. 

E olha só: um seguro feito seis semanas antes dos atentados rendeu US$ 4 bilhões. Para tornar tudo mais suspeito, as evidências forenses coletadas nesse prédio foram enviadas para reciclagem na China (!)

Virou pó

Sobreviventes que escaparam descendo as escadas relatam terem ouvido estouros dentro dos edifícios, como se fossem explosões secundárias com detonadores. Os relatos não foram incluídos na investigação do governo. 

A nuvem com 90 mil toneladas de pó que se espalhou na cidade também é suspeita: a queda teria força suficiente para quebrar o concreto, mas não para pulverizá-lo

Fogo mágico
O impacto dos aviões provocou incêndios internos. Mas edifícios de aço não são simplesmente destruídos pelo fogo. Em 2005, o Windsor Tower, em Madri (abaixo), virou uma tocha imensa que queimou por 20 horas e, no fim, a estrutura continuou intacta. 

A temperatura máxima no WTC chegou a 747o C, mas, para derreter certos materiais da construção, como ferro, seria preciso mais de 1500ºC

Cidade do pecado

Segundo investigações, quatro dos terroristas haviam ido a Las Vegas seis vezes antes dos atentados. Foram vistos em clubes de striptease, com álcool e jogatina – algo que não condiz com fundamentalistas islâmicos dispostos a morrer por sua religião. 

E o FBI alega que o passaporte de um deles foi localizado nas ruínas do WTC. Ou seja, o fogo destruiu até aço… mas não papel?

Lobos de Wall Street

Investidores adquiriram grandes quantidades de ações da United e daAmerican Airlines poucos dias antes. Mas eles contavam com um “seguro” conhecido como “put option”, que permitia que lucrassem mesmo que essas ações caíssem. 

Com a tragédia, elas caíram, claro. E eles faturaram muito: o put option era 285 vezes maior que a média! Será que tinham informações de antemão?

Conferência… ou coincidência?

George Bush pai e George W. Bush filho, presidente dos EUA na época dos atentados, já trabalharam na Carlyle, uma empresa que aposta forte em armamentos e que faturou com a “guerra ao terror” após os atentados. Sabe quem está entre seus investidores? 

O clã Bin Laden! Inclusive, naquela manhã de 11 de setembro, Bush pai e Shafiq Bin Laden, meio-irmão de Osama, estavam em uma conferência da Carlyle em um hotel em Washington, DC. A relação entre as famílias é antiga: Bush já encontrou os Bin Laden em várias oportunidades no passado

POR OUTRO LADO
Investigação oficial refuta teorias conspiratórias


– Segundo o 9/11 Commission Report, o dossiê oficial e final do governo norte-americano, os ataques foram arquitetados estrategicamente por terroristas. O comitê revisou mais de 2,5 milhões de páginas de documentos e entrevistou mais de 1,2 mil pessoas em dez países

– O FBI identificou os 19 terroristas da Al Qaeda. Um dos sequestradores, Mohamed Atta, inclusive conversou com a torre de tráfego aéreo após sequestrar o avião

– Os aviões provocaram impactos consideráveis nas torres, iniciando incêndios internos que enfraqueceram as vigas de aço

– O Nist, instituto de tecnologia responsável pelas investigações, afirma que o aço atingiu 1.000 oC e assim amoleceu, tendo sua resistência reduzida a apenas 10% de sua capacidade inicial. Por isso os andares desabaram um a um.


Teoria da Conspiração: O ataque de 11/9 ao Pentágono foi uma farsa

Naquele fatídico 11 de setembro de 2001, um dos aviões sequestrados pela Al Qaeda atingiu o Pentágono, em Washington. Mas... será mesmo?




O FBI confiscou as imagens gravadas por 86 câmeras de segurança nos arredores. O recolhimento foi instantâneo, pouco após a colisão, e incluiu até as fitas de um hotel a 2,5 km de distância. Em 2006, cedendo a processos judiciais para liberar informações, o bureau divulgou frames de dois vídeos. Em nenhum deles dá para ver o Boeing 757, só a explosão


PROCURADOS, VIVOS OU MORTOS
A identidade dos sequestradores, liberada pelo FBI, é contestada por teóricos. O ativista palestino Elias Davidsson argumenta que o governo dos EUA não conseguiu provar que eles estavam a bordo. O filósofo David Ray Griffin afirma que alguns deles estão vivos: Nawaf al-Hazmi deu entrevista ao jornal The Guardian dez dias após os atentados

A CONTA NÃO FECHA
Os motores do Boeing resistem até 1.600 oC. Então, não poderiam ter sido “vaporizados”, como alega a versão oficial. Essa também foi a justificativa dada ao “buraco” pequeno que o 757 fez no prédio. Ele tinha só 5 m de diâmetro, mas o avião media 13,6 m de altura e 38 m de envergadura!




PEÇAS QUE NÃO SE ENCAIXAM
Imagens do prédio após o acidente não mostram nenhum corpo das supostas 184 vítimas. Destroços também eram raros. Não havia rastros profundos no gramado, pedaços das asas (que mediam mais de 180 m2) ou dos dois motores. Foram identificadas, porém, peças de outros veículos, como um jato A3 Skywarrior e um avião acidentado em 1995, na Califórnia. Teriam sido plantadas?


NÃO FALTAVAM MOTIVOS
O país teria diversas razões para organizar (ou facilitar) o ataque: alimentar interesses da indústria bélica, fomentar guerras por petróleo no Oriente Médio ou até desaparecer com a dívida de US$ 2,5 trilhões do Pentágono. O desastre teria sido causado, na verdade, por um avião militar (como o Global Hawk ou o A3 Skywarrior), um míssil, drones ou até explosivos

AUTOATAQUE?
Por que o Boeing não foi interceptado? O governo já sabia que estava sob ataque: o WTC, em Nova York, já estava em chamas. Além disso, o espaço aéreo de Washington é fortemente vigiado e o Pentágono conta com um sistema antimíssil. O único veículo que conseguiria se aproximar sem ser identificado como um inimigo seria… um avião militar dos próprios EUA

EM PÉ DE GUERRA
O atentado foi menos “midiático” que a queda das Torres Gêmeas, mas deu outra dimensão ao 11 de Setembro. Atacar civis em Nova York poderia ser interpretado apenas como um crime, mas atacar militares em Washington seria considerado um ato de guerra. O ataque serviria como trunfo na hora de autorizar uma “guerra ao terror” que também beneficiasse a política petrolífera dos EUA

MANOBRA RADICAL

O voo 77 partiu de Washington rumo a Los Angeles às 8h30, saiu da rota às 8h45 e desapareceu dos radares às 8h55. Para redirecioná-lo de volta à capital, o sequestrador Hani Hanjour teria que ter feito uma curva de 270º a 800 km/h, descendo 2.100 m de altitude em150 segundos para atingir o prédio – façanha quase impossível para um piloto amador num avião tão grande.








Com informações da Mundo Estranho, G1 e agências de notícias internacionais
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